Art feita: Annayuu
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Vamos para mais uma
Post, já devem ter reparado que eu gosto da personagem Saori kido de
Saint Seiya e apesar de seus defeitos eu acho ela demais, então
respeite cada um tem seu gosto (risos), bom essa era a descrição da
imagem, agora eu deixarei um texto que estava em um dos meus
arquivos, achei interessante colocar já que se trata de Athena. Ate
mais galera.
Nascimento de
Minerva
Métis, a reflexão personificada, fora a primeira esposa de Júpiter. Foi ela que deu ao velho Saturno uma beberagem para obrigá-lo a devolver os jovens deuses que ele havia engolido. Estando grávida, predisse a Júpiter que teria em primeiro lugar uma filha e, em seguida, um filho que se tornaria senhor do céu. O rei dos deuses, espantado com tal profecia, engoliu Métis. Algum tempo depois, foi acometido de violentíssima dor de cabeça e rogou a Vulcano que lhe fendesse a cabeça com o machado.
Mal recebeu o golpe de machado de Vulcano, saiu-lhe do cérebro, armada de todas as suas peças, a filha Minerva, nova encarnação da sabedoria divina. Essa lenda, de caráter assaz bárbaro e, por conseguinte, velhíssima, está representada de maneira ingênua num baixo-relevo onde, extraordinariamente, Vulcano é um rapaz imberbe.
Num espelho etrusco vemos Ilitia, a deusa dos partos assistindo ao rei dos deuses e tirando-lhe da cabeça Minerva, que sai armada do capacete e da lança. No outro lado está Vênus que também parece acorrer em auxílio a Júpiter e atrás da qual vemos, empoleirada numa árvore, a pomba que lhe é consagrada. Tais divindades trazem os seus nomes no espelho em língua etrusca.
O mesmo tema decorava um dos frontões do Partenão, mas é provável que o nascimento estivesse ali concebido de maneira inteiramente diversa. Infelizmente, nada resta da parte central do frontão em que tal cena estava representada.
Júpiter é a abóbada do céu donde jorra o raio luminoso e súbito; como é também o senhor dos deuses, a sua sabedoria não vacila absolutamente em lhe brotar do cérebro divino. Minerva devia, pois, nascer inteiramente armada e provida de todos os seus atributos. É assim que no-la apresentam as estátuas, muitas vezes com a lança e o escudo, mas sempre com o capacete e a égide.
Métis, a reflexão personificada, fora a primeira esposa de Júpiter. Foi ela que deu ao velho Saturno uma beberagem para obrigá-lo a devolver os jovens deuses que ele havia engolido. Estando grávida, predisse a Júpiter que teria em primeiro lugar uma filha e, em seguida, um filho que se tornaria senhor do céu. O rei dos deuses, espantado com tal profecia, engoliu Métis. Algum tempo depois, foi acometido de violentíssima dor de cabeça e rogou a Vulcano que lhe fendesse a cabeça com o machado.
Mal recebeu o golpe de machado de Vulcano, saiu-lhe do cérebro, armada de todas as suas peças, a filha Minerva, nova encarnação da sabedoria divina. Essa lenda, de caráter assaz bárbaro e, por conseguinte, velhíssima, está representada de maneira ingênua num baixo-relevo onde, extraordinariamente, Vulcano é um rapaz imberbe.
Num espelho etrusco vemos Ilitia, a deusa dos partos assistindo ao rei dos deuses e tirando-lhe da cabeça Minerva, que sai armada do capacete e da lança. No outro lado está Vênus que também parece acorrer em auxílio a Júpiter e atrás da qual vemos, empoleirada numa árvore, a pomba que lhe é consagrada. Tais divindades trazem os seus nomes no espelho em língua etrusca.
O mesmo tema decorava um dos frontões do Partenão, mas é provável que o nascimento estivesse ali concebido de maneira inteiramente diversa. Infelizmente, nada resta da parte central do frontão em que tal cena estava representada.
Júpiter é a abóbada do céu donde jorra o raio luminoso e súbito; como é também o senhor dos deuses, a sua sabedoria não vacila absolutamente em lhe brotar do cérebro divino. Minerva devia, pois, nascer inteiramente armada e provida de todos os seus atributos. É assim que no-la apresentam as estátuas, muitas vezes com a lança e o escudo, mas sempre com o capacete e a égide.
Luciano narrou o nascimento de Minerva sob forma de
diálogo:
Vulcano. - Que devo fazer, Júpiter? Venho, por ordem
tua, armado de um machado afiadíssimo e que, se houvesse
necessidade, seria capaz de partir, de um só golpe, a mais dura das
pedras.
Júpiter. - Ótimo, Vulcano! Parte-me, pois, a
cabeça.
Vulcano. - Queres submeter-me a uma prova, ou estás
louco? Dá-me uma ordem séria, dize o que queres que eu
faça!
Júpiter. - Já te disse, parte-me a cabeça; bate com toda
a força e sem demora; não posso viver com as dores que me dilaceram
o cérebro.
Vulcano. - Acautela-te, Júpiter. Quem sabe se não vamos
cometer uma asneira? O meu machado é afiadíssimo, fará com que te
corra o sangue e não te libertará à guisa de Lucina.
Júpiter.
- Bate, vamos, Vulcano! Nada temas. Sei o que quero.
Vulcano. -
Bato, mas contra a vontade. Que me resta, se assim me ordenas?... Que
estou vendo? Uma jovem armada da cabeça aos pés! Safa, que dor de
cabeça não devia ser a tua, Júpiter! Não é de assombrar que te
hajas mostrado irascível, se trazias viva, sob a membrana do teu
cérebro, uma jovem desta estatura, e, ainda por cima, armada. Não
sabíamos que tinhas na cabeça um verdadeiro campo. Olha, ela salta!
Ei-la que dança a pírrica, agita o escudo, brande a lança, e está
dominada pelo entusiasmo. O que é mais estranho é que, de súbito,
se tornou belíssima e pronta para casar. É verdade que tem olhos
cinzentos, mas o capacete compensa esse defeito.
Júpiter, como
pagamento pelo serviço que te prestei, cede-ma por esposa.
Júpiter. - Tu me pedes
o impossível, Vulcano; ela quer permanecer virgem para sempre.
Quanto a mim, não me oponho ao que desejas.
Vulcano. - É o que
quero. O resto fica por minha conta. Vou levá-la.

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